Mais amor, por favor!

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Mais amor, por favor! Mais amor nesse mundo louco, nesse mundo de cão! Mais amor nesse mundo onde as pessoas querem comer umas as outras vivas! Onde é cada um por si e dane-se o resto. Mais amor, mais gratidão, mais fé! Necessita-se acreditar. Na vida. Nas pessoas. Na gente. Em Deus. Necessita-se arriscar mais, permitir-se ir além. E além de tudo, recomeçar sempre! Mais amor, por favor! Em todas aquelas coisas simples que hoje passam-se por despercebidas aos nossos olhos. Em todas aquelas coisas que, por serem simples, são demasiadamente incríveis! Que não nos permitamos cegarmos, fecharmos nossos olhos e nossas almas apenas porque o medo de acreditar, de seguir adiante, e principalmente de arriscar prevalece. Que aprendamos a superar todas nossas fobias e que isso sirva de motivação para nunca desistirmos. Que a imobilidade seja extinta e que a mudança seja sempre presente. E que essa mudança sirva para crescermos e amadurecermos sempre! Mais amor, por favor! Amor próprio, aquele que sentimos assim que colocamos o pé para fora da cama, que faz o coração bater mais forte ao nos olhar no espelho, aquele que enche nossos olhos com um brilho esplêndido ao pensarmos o quanto temos orgulho de sermos quem somos, aquele que jamais permite nos humilharmos por aqueles que não merecem sequer uma lágrima. Por favor Deus, não se esqueça! Mais amor, por favor! Mais sentimentos puros! Mais PESSOAS puras! O mundo está corrompido, e todos nós, já estamos fartos! Então, mais amor, por favor!

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Let it go and, keep walking.

“Chega uma hora que você tem que colocar na cabeça que certas coisas não têm volta. Que o que terminou, apenas terminou e ficou lá atrás, em um passado – talvez recente, mas não deixa de ser passado. Confusões fazem parte, mas chega um certo ponto, que temos que nos direcionar. Ter foco, um rumo. Necessitamos traçar um caminho, para que possamos segui-lo sem arrependimentos depois.
Tanta coisa boa que já vivemos, mas a cada dia que passa, apenas tento colocar na minha cabeça que não podemos nos entristecer por tudo que acabou, mas devemos ficar felizes por termos tido a graça de ter acontecido. Está certo que tantas boas lembranças trazem saudade, mas ainda bem que trazem, não é? Sinal de que elas realmente valeram a pena e que com absoluta certeza, serão para sempre lembradas e terão um espaço reservado em nosso coração.
Não é fácil chegar a uma conclusão, ainda mais quando gostaríamos que essa conclusão fosse absolutamente o contrário, mas às vezes – se não for sempre – ela é fundamental. Nem sempre o que queremos é o melhor pra gente. Complicado é quando o que queremos é o oposto do que é o melhor. Daí complica tudo. Daí fode tudo. Acontece que sempre sabemos o que nos é melhor, o mais adequado, o que devemos ou não fazer. Mas somos um tanto quanto fracos, porque lá no fundo, bem lá no fundo, temos um receio perceptível que não dá pra esconder em tomar as decisões que nos deixará melhores, mas que de vez em quando nos proporcionam momentos felizes.
Possuía amor próprio, mas ainda não havia “sentido na pele” o que de fato ele era. Quando realmente o descobri, percebi que ele é o melhor sentimento que se pode haver. Ele trás paz, tranquilidade, esperança. Acho que ele nos deixa revitalizados. Faz com que o medo, a tristeza, a angústia desapareçam. Sou uma prova viva disto!
Tenho plena confiança e certeza de que as coisas boas acontecem na hora certa e apenas quando têm que acontecerem. Vivi muitas experiências ótimas nesses últimos três anos de minha vida, e de tudo que fiz? Não me arrependo de coisa alguma. Deveria arrepender se houvesse deixado de fazer algo que realmente quisesse. Acho que a vida é feita disto: se arriscar.. se doar… e de forma indiscutível, de viver.
Não guardo mágoa, nem rancor, nem ódio, nenhum sentimento ruim que seja dentro do meu coração. Não sou disso. Sou da paz. Da ternura. Da compaixão. Sou uma eterna amante de sentimentos puros. De almas puras. De criaturas puras. Admiro alguém que se doa, que se permite doar – porque até certo tempo atrás, eu não me permitia – e que de certa forma também se permite receber. Admiro também quem não desiste fácil, aquele que na primeira oportunidade abandona o barco e segue seu caminho. Nós, seres humanos, devemos aprender que o que nos vêm fácil, também se vai fácil. Que o que nos acontece rápido, também acaba rápido. E a graça de possuirmos algo é podermos conquistá-lo de forma dura, de forma com que realmente valha a pena.
Sinto um carinho enorme por todos que fazem parte da minha vida e que por ela já passaram. Sinto saudade, porque é normal sentir saudade de quem se é especial, não é mesmo? Fico demasiadamente feliz quando vejo que estas mesmas pessoas estão bem e também se encontrando em si, numa realidade que realmente seja a realidade e não meras fantasias.
Estou tranquila, consciente, e o mais importante de tudo, de bem comigo mesma e extremamente feliz, até porque este é o verdadeiro plano: conquistar a nossa própria felicidade e sermos nós mesmos donos dela, o motivo para que ela nos habite. Não podemos nos permitir a depender da felicidade de outrem, porque a partir do momento que isto acontecer, a felicidade passa a não ser mais nossa.
Permaneço-me aqui. Sossegada, sorrindo para a vida. Esperando ótimas oportunidades aparecerem para poder agarrá-las sem pensar duas vezes. Se algo que passou realmente tiver que ser meu, voltará. Se não, é porque realmente necessitava ir. Simples assim.”

          Nos enganaram. É isso mesmo. Nem tudo termina em beijo. Quase nada, na verdade. E por que é que insistimos que sim? Talvez eu não devesse atribuir a dúvida a todos nós. Só a mim mesma já esta de bom tamanho.
Faço parte da massa de pessoas viciadas em comédias românticas do tipo água-com-açúcar. Sabe que aqueles filmes podem fazer um mal e tanto? Tudo é sempre tão perfeito, tão maravilhoso! E, claro, no meio do filme há sempre uma crise entre o casal e, no último quarto, no final, tudo começa a se ajeitar. Tudo caminhando para o grande final. O beijo! A câmera fechada no casal se beijando na chuva ou na praia, ou entre as flores.
Ou ainda toas as anteriores ao mesmo tempo. O cara e sempre bonito, gostoso, simpático, sorridente, carinhoso, cheiroso, bom cozinheiro, bem-vestido, inteligente – toas as variáveis existentes. A moça é sempre maravilhosa, determinada, inteligente, bem-humorada, bem-vestida, delicada, meiga, romântica – e todas as outras variáveis existentes. Então, só o que posso concluir é que, afinal, nos enganaram.
Nem todas somos maravilhosas, meigas, determinadas e tudo o mais ao mesmo tempo. E, acreditem, nem todos eles são lindos, gostosos e – ao mesmo tempo – inteligentes, simpáticos e tudo o mais… E aí, como é que fica a vida real? Como é que nos mostram tudo isso e, depois – como se fosse um belo prêmio de consolação – nos dão isso. Acho que acabo de descobrir por que os filmes românticos terminam quando o casal dá o beijo definitivo. É porque, a partir daí, começa a realidade. E eles não vão querer nos mostrar a realidade. Não vende. Daí, por que esses filmes podem fazer um mal e tanto. Ficamos esperando a perfeição. E ela deve ser realmente como nos filmes.   Não aceitamos qualquer amostra barata. E então, um tem mau hálito, outro uma barriguinha, outro usa meia de ursinho, outro é um pouco lerdo, outro usa aparelho, outro gosta do É o Tchan! E, se por acaso vocês saem – se é que se chega a tal ponto – nada de passeios ao luar, velas, beijos debaixo da chuva. No dia seguinte, nada de telefonemas, mensagens ou e-mails apaixonados, nem mesmo – muitos menos – flores. Então, quando parei para pensar nisso, depois de uma maratona de três desses retratos da perfeição, achei que talvez devêssemos nunca mais assistir a eles. Greve às comédias românticas! Mas, no fim, acho que isso não resolveria. Devemos, isso sim, deixar de ser tão covardes. Levantar do sofá, desligar a tv e dar a cara a tapa. É tão cômodo sentar e dizer “nada é bom o bastante para mim” e não correr o risco de se machucar. Nada mais perfeito do que um amor de verdade, com todas as suas falhas e imperfeições. Com todas as brigas, encontros e desencontros, mau hálito e meias de ursinho. Sabe por quê? Porque, no fim, descobrimos que somos perfeitos pelo simples fato de não o sermos!

(Autor desconhecido)

Mulheres inteligentes e caras babacas.

     Toda mulher que se preze já se apaixonou por um babaca. A história é quase sempre a mesma, o final também. A gente conhece um cara, ele se mostra doce, maravilhoso e bem resolvido. A gente – encantada – guarda a intuição no fundo da gaveta, veste o melhor decote (e o melhor sorriso) e sai linda, leve e solta para mais um capítulo cheio de frases mal contadas, celular desligado e eventuais sumiços. Verdade seja dita: a gente sente que tem alguma coisa errada, mas acaba fazendo vista grossa. E acha que está sensível demais, exigente demais, desconfiada demais. E deixa rolar. O resultado? O cara te enrola, te pede desculpas. Depois vacila de novo e te enche de presentes. Meninas, estou escrevendo este texto para eu mesma decorar. Imprimir. E nunca mais esquecer.

     A gente não pode sair por aí perdendo nosso tempo com esses babacas. Chega de desculpar tanto, de tampar o sol com a peneira. Quando um cara REALMENTE está afim de você, ele vai até o inferno por você. Essa verdade ninguém me tira. Não tem trabalho, família, futebol, amigos, crise existencial, nem celular sem bateria que façam com que ele – caso tenha educação e a mínima consideração – não tenha tempo de dizer um simples “oi”. Isso não é pedir muito, concorda? O cara não precisa dar satisfação a toda hora, te ligar várias vezes por dia, isso é chato e acaba com qualquer romance. O que eu quero dizer é que mulher precisa de carinho. Atenção. E uma sacanagem bem-dosada. Se o sujeito vive brincando de esconde-esconde, não responde lindamente suas mensagens, não te chama pra sair com os amigos dele e nem tenta te agarrar quando você diz que está com uma lingerie de matar por debaixo da roupa, minha amiga, o negócio está feio. Muito feio. Confesso que não é tarefa fácil colocar um ponto final de uma hora pra outra nessas histórias. Somos seres românticos, abduzidos pelos finais felizes dos filmes e livros. A gente sempre acha que alguma coisa vai mudar, que ele vai perceber TUDO o que está perdendo e vai aparecer com flores na porta da nossa casa. Mas a realidade é diferente.

      Não somos a Julia Roberts, não estamos numa comédia romântica e, na vida real, homens são simples e previsíveis. Quando eles querem uma coisa, não há nada – nem ninguém – que os impeça. Portanto, anotem aí: quando um cara está afim de você, ele vai te ligar, ele vai te procurar, ele vai te beijar, ele vai querer estar sempre com as mãos em cima de você. Não sou radical, apenas cansei de dar desculpas pra erros que não são meus. Ou são. Afinal um cara babaca sempre dá pistas de que é babaca. Só não enxerga, quem não quer.

Autora: Fernanda Mello

Ainda permanece em mim.

Hoje eu ti vi e você mexeu comigo de forma inenarrável. Pensava que já havia dominado esse meu sentimento, essa sede que tenho de você, mas depois da recaída que meu coração teve, já não sei mais o que pensar. Às vezes acho que sou do estilo masoquista, que gosto de ficar me ferindo, lembrando e chorando por aqueles momentos que passamos juntos. Quem eu quero enganar? Sinto-me uma idiota querendo fantasiar algo que de fato não ocorre. A verdade é que, quando me acostumo com a ideia de que não mais lhe possuo, você aparece muito inesperadamente, de sei lá onde, e acorda um sentimento que por necessidade tem de falecer. Minha vontade é de sair correndo, mas ao teu encontro. Beijar-lhe, abraçar-lhe, sentir teu cheiro, ouvir tua voz. Quer coisa mais doce do que você coladinho a mim, permitindo que eu ouça atentamente a tua voz? Eu nunca havia me interessado tanto por alguém como me interessei por você. Acho que pela química que há em nós, e que até certo tempo atrás não entendia o que era, a atração que sentimos um pelo outro e que de forma alguma alguém possa negar. Tento me envolver com outras pessoas, outros rapazes, mas é inútil. De começo sim, pareço estar animada com minha nova fase, começo até a pensar que estou abrindo espaço para um novo sentimento para com uma nova linda alma, mas basta você aparecer para mudar a “realidade”. Você é do estilo sapo aos olhos dos outros, mas o príncipe aos meus. Idealizado como tudo-o-que-uma-garota-quer, ou mais precisamente tudo-o-que-eu-preciso, mas infelizmente não posso, até porque uma realidade que já foi minha (e faz demasiadamente falta) agora pertence à outra.

Ps.: Para você, desejo apenas as mais belas rosas colhidas do jardim que você mesmo semeou em meu coração e hoje colho sentindo sua ausência.