Ciência parasita.

     Dos primórdios até os dias atuais, os costumes e crenças de gerações antigas são passadas às atuais, fazendo com que os mesmos se mantenham vivos, preservando uma ideologia. Esses costumes que são trazidos de décadas (ou até mesmo séculos) atrás, são denominados senso comum.

     O senso comum é necessário e fundamental na vida de todos, sem excessão, uma vez que é deste que todas as experiências são formuladas e executadas. Além de ser necessário e fundamental, é também presente o tempo todo e em qualquer lugar, pois independentemente do lugar para que nos dirigimos, há algo que se liga direta ou indiretamente com estas crenças.

     Além do senso comum, há a ciência que se caracteriza como tudo aquilo que é comprovado. Na ciência não há suposições e nem subjetividade; tudo é estudado para que seja mostrado como fato verídico, com maior objetividade possível.

     A ciência é parcialmente dependente do senso comum; não há como estes dois romperem laços e ligações, já que a ciência necessita de suposições para que a teoria comprove ditos e se tornem fatos. Sendo assim, se os costumes fossem inexistentes, não haveria o que pesquisar para garantir melhora à vida de toda a sociedade.

     Não devemos então, deixar que o senso comum se fragmente, tornando-se cada vez mais ausente nesta e em futuras gerações, pois são atitudes como estas que valem uma ciência.

Anúncios