Ih! Deu certo de primeira!

Começarei esta postagem dizendo para você que está lendo este texto um simples “Oi”. Isso porque pensei em mil formas para iniciar este post, mas definitivamente não havia em minha mente alguma maneira criativa ou até mesmo diferente e interessante para fazer isto. Mas também, quem precisa de criatividade em um dia como hoje, não é mesmo?

Bom, você provavelmente não deve estar entendendo nada. Também pudera. Não disse nada além de coisas que confundam uma mente humana e racional. Mas ok, eu explico. Hoje é um dia muito importante para mim. É um dia de muita alegria, festa, comemoração, vitória. Esperei mais de um mês por esse momento. Momento em qual pensei e repensei de várias formas como iria fazer esta postagem aqui contando a todos sobre essa data. E pra falar a verdade, não era totalmente certeza que faria esta postagem, pois para fazê-la eu necessitava de uma aprovação. Sim, NE-CES-SI-TA-VA! Pois agora a aprovação veio e posso fazer esta postagem para contar a todos.

Como disse, pensei em mil e uma formas de fazer este texto, mas agora, ao escrevê-lo não me lembro de nenhum “roteiro imaginário” para segui-lo, e definitivamente, eu não estou fazendo de forma alguma que eu tinha imaginado. (risos) Tá, você provavelmente continua sem entender nada, mas já dei uma dica sobre do que isto se trata. Mas, sem mais demora, vamos lá!

Dia 28/01/2012, em pleno sábado, saiu o resultado do vestibular. Um vestibular muito esperado por mim e por várias pessoas que o fizeram, pois se trata da Universidade Federal de Goiás (UFG), penso eu que é a mais conceituada do estado por ser uma Federal. Fiz a prova da primeira etapa, passei. Pra falar a verdade, quando recebi a noticia de que havia passado na primeira fase nem dei muito valor a isto. Isso porque eu não estava nem um pouco animada com o curso, com os fatos, mas fui e fiz a segunda etapa nos dias 04 e 05 de dezembro. Não era só porque não estava interessada na faculdade que não iria me esforçar. Pensando nisto, ao resolver as provas, dei o melhor de mim.

O tempo foi passando, e eu aos poucos me interessando pela ideia de estudar fora. A minha verdadeira vontade e sonho é conseguir um dia cursar Relações Internacionais na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), mas em meio às circunstâncias tive que abrir mão deste sonho POR ENQUANTO, já que há um ano e meio faço cursinho de inglês e em Uberlândia não há uma unidade Skill para que eu possa dar sequência (o curso de inglês é de 4 anos), o que ocorre o contrário em Catalão que possui uma unidade Skill.

Fui aceitando as circunstâncias e me conscientizando de que seria melhor e mais fácil eu estudar em um local mais perto de casa, fazendo algo que possa complementar meu currículo (já que as disciplinas se aproximam um pouco com RI)  e que me traga benefícios e sucesso no futuro. Ok, a vontade de estudar em Catalão aumentava gradativamente e a cada dia que passava eu estava cada vez mais ansiosa pelo resultado. Ficava horas me imaginando e criando cenas como se eu já estivesse na faculdade, de como seria o trote, as aulas, as pessoas… A vontade de passar era enorme, mas jurava que isto não ocorreria (ou tentava me confirmar disto para que eu não me decepcionasse muito caso o resultado fosse negativo). Pois bem, o resultado veio, e com ele a aprovação de que passei. Passei para estudar Administração na Federal de Catalão.

Eu nunca gritei e pulei tanto em nenhuma outra fase da minha vida. (risos) Como coloquei em meu facebook, não sabia que essa era a sensação de passar em um vestibular tão esperado. (risos) É uma mistura de emoções. A adrenalina e ansiedade antes de olhar o resultado com a felicidade, euforia, orgulho, etc., de ter passado, até porque nunca imaginei que daria certo de primeira; terminei o ensino médio ano passado e em meu primeiro vestibular consigo aprovação. Estou muito empolgada para que as aulas comecem logo. Elas irão iniciar em 27 de fevereiro –ainda. Fico pensando em como será o trote.. A bagunça, a recepção que nós calouros teremos. (risos) Estou muitíssimo feliz com essa nova etapa da minha vida que iniciará. Estou ansiosa para ver todas aquelas pessoas lindas e interessantes que conhecerei. Todos com vontades diferentes, mas com o mesmo objetivo de ser um alguém realizado.

Pois bem, estou totalmente eufórica. E a todos aqueles que conseguiram conquistar aquilo que almejavam meus sinceros parabéns. Que vocês sejam muito felizes e que o sucesso sempre venha em dobro, triplo, quádruplo… E àqueles que ainda não conseguiram, não desistam! Hoje eu descobri que quando se quer muito algo, com luta e dedicação podemos conquistar.  Tudo está em nossa consciência. Se pensarmos positivamente, atrairemos apenas coisas boas. Todos temos diversas chances e só basta agarrarmos a elas. Sendo assim, sem mais palavras (se não nunca terminarei esse texto –risos), deixo um beeijo a todos.  😀

Sejamos felizes né? Que essa nova fase nos traga apenas bons frutos. *—-*

Incógnita da existência.

 

 

E há sempre algo em nós que apenas não conseguimos dominar. Digo isto porque esta é a mais pura realidade. Desde que o mundo é mundo, e nele há vida, isto é um fato verídico. Pensamentos, vontades, desejos mais insaciáveis, ações repentinas e palavras inoportunas. Não conseguimos dominar certas ações e emoções apenas pelo fato delas ser o que mais queremos. Pensem comigo; todos nós temos dois lados instintivos, pelo qual podemos chamá-los de razão e emoção. Há aqueles que sempre seguem o lado emotivo, dizem “ouvir” e “seguir” os “mandamentos” do coração, pois afirmam que a vida é realmente isto, o ato de arriscar, de acertar, e se errar é conseqüência, e com o erro aprenderemos. Há aqueles, portanto, que sempre seguem a razão para realizar determinada ação, dizem ser esta a forma mais correta de analisarmos fatos para que a teoria não falhe, e, portanto, não sofra danos irreparáveis, como por exemplo, um projeto mal resolvido, uma viajem fracassada, ou até mesmo um coração partido. Mas por que não conseguimos dominar nossos pensamentos e/ou emoções? A resposta para esta pergunta é muito simples. Basta pensarmos um pouco. O que acontece é que, razão e emoção jamais andam juntos. Isto aprendemos em filosofia no Ensino Médio, ou mesmo com a vida desde crianças. Acontece que, determinados acontecimentos pedem resoluções rápidas e drásticas. E, grande maioria das vezes, a melhor decisão a ser tomada é justamente aquilo que menos gostaríamos de fazer. Cada problema possui em si uma incógnita, uma letra com valor desconhecido para que possamos calcular e resolver determinado problema rapidamente. Para calcularmos podemos usar métodos direto ou indireto que facilite ou prolongue a operação sendo feita, do resultado final. E assim não deixa de ser a vida e todas as realizações da mesma. Não conseguimos conciliar razão e emoção, fazer com que ambos andem juntos, trazendo a todos então uma sensação de saciedade e prazer espiritual. Somos seres masoquistas. Gostamos do que é mau. Do que machuca. Do que demonstra mistério, segredo. Gostamos do que não se pode desvendar. Do que é errado. Do que nos aproxima do “inferno” desde que nos leve ao “paraíso”. Isto é que nos fascina. A busca pelo novo, pelo diferente, pelo proibido. E assim, na sede de vivermos o proibido, o que nos proporcione aventura e faça com que o grau de adrenalina aumente em nosso corpo,  vamos remediando, pressupondo que seja algo efêmero, e que por si só seja resolvido ou “desmanchado”. Pelo fato da razão dizer “não, pare, isto não é o melhor para você”, mas a emoção dizer “continue, isto te faz bem, quem sabe não dará certo”, deixamos de pensar a longo prazo e passamos a ser imediatistas, vivendo imensamente e insanamente o que é momentâneo. Nosso lado egocêntrico é traidor. Ele faz com que atiremo-nos em um precipício sem saída. O precipício da loucura em busca de satisfazermos nossos luxos da vaidade.                Nosso senso de “altruísmo por si próprio” vai se desfigurando. Enfim, esta é a lei da existência. Querermos o que não nos pertence; continuar com o que não é recomendável; viver o que é insensato. Cair, machucar, sangrar, mas mesmo assim, sabendo de todos os riscos e conseqüências, levantar,  prosseguir  e se necessário, fazer tudo novamente. Aliás, de que adianta viver sem antes termos cometido loucuras paranormais?