Intolerância: mediocridade humana.

                A sociedade em que vivemos é bastante diversificada, cheia de diferentes costumes, hábitos, cores, ritmos. Uma nação heterogênea e que abrange um vasto espaço a musica de todos os tipos, seja o samba, rock, sertanejo, funk, e inúmeros outros que poderíamos permanecer horas e horas citando-os.

                Mas o que vem ao caso neste determinado momento para ser exposto e discutido é o respeito que nos cabe ao tratarmos da abundante arte musical que se encontra em aberto ao contato do público. Respeito este que muitas das vezes pode ser caracterizado como efêmero e ausente.

                Como citado anteriormente, nosso país é riquíssimo em arranjos e melodias que encantam cada vez mais brasileiros e estrangeiros de vários países. O samba e o pagode carioca, o rock paulista, o sertanejo goiano, o frevo nordestino, dentre outros incontáveis gêneros musicas estão explosivamente se expandindo e atingindo todas as gerações que à música permanecem abertas.

                O que de fato acontece constantemente é a imoralidade que paira em nossa realidade, o desrespeito, a intolerância ou até mesmo a ignorância. Vemos todos os dias, principalmente em redes sociais, seres que criticam de forma ofensiva e degradante artistas e seus estilos musicais, uma forma justa e honesta de buscarem a auto-suficiência, a independência financeira, sucesso, realização profissional e pessoal.

                Cada artista possui seu público, fazem sucesso de sua própria maneira, buscam de forma mais eficiente possível executar suas obrigações para satisfazer ao máximo fãs e ouvintes momentâneos.

                Não se pode agradar a todos, e como cada um possui o direito de gostar ou não de determinado artista ou gênero musical, de recusar-se a ouvir determinada música, tem-se também a obrigação de respeitar a escolha e preferência de outros que nos rodeiam, pois, pode parecer (e pode até ser) clichê, mas o respeito só nos é concedido quando o praticamos para com outros e além disto, o direito do outro começa onde o nosso termina.

                Assim sendo, lá vai uma dica: não sejas medíocre e fútil; comece a respeitar e sentirás o gosto do que é ser respeitado. A partir do momento que isto acontecer, jamais lhe arrependerás.